<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5573722651611123580</id><updated>2011-04-21T15:23:00.883-07:00</updated><title type='text'>Relação Cotidiana</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Juliano André Vargas Silveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_77loS5kTr7Q/SgS8zyKEPMI/AAAAAAAAAAo/wNUEZdePNBk/S220/msn01.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5573722651611123580.post-5768896700178281667</id><published>2008-12-08T13:38:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T13:47:22.368-08:00</updated><title type='text'>O mundo passa por aqui</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os ruídos matutinos despertam o estivador com sua camiseta azul, a qual deixa à mostra os bíceps desenvolvidos e o suor escorrendo por suas reentrâncias corporais; gotas salgadas também brotam por toda a sua face sem ocultar o orgulho de trabalhar em um dos maiores portos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;A rotina fluvial à beira do cais desperta até o incondicional dorminhoco. O trânsito fluvial flui vagarosamente. Os navios chegam, atracam e ali permanecem, descansam seus cascos por indefinidos dias, aliviam suas cargas, como também recarregam seus porões vazios. Nessa via não há sinaleiras e nem guardas que acenam com os braços para lá e para cá, porém, o controle é feito via rádio - além do minúsculo barco rebocador, o qual conduz o navio mercante para acostar.&lt;br /&gt;O movimento contínuo de guindastes é ritmado, levando vagarosamente aqueles retângulos metálicos, os quais, por vezes, empilham-se preguiçosos ou são agarrados às pressas pelas empilhadeiras do navio para o solo ou para os caminhões que carregam os contêineres. Ali, as mercadorias, pode-se imaginar são das mais variadas e vão das mais simples às mais complexas, como lâminas de madeira ou sofisticados aparelhos eletrônicos, todos com destinos múltiplos - do bangalô ao escritório de uma grande empresa. Tanto o peso das mercadorias quanto os valores monetários contribuem para a vida econômica dos que vivem aos arredores desse espaço marítimo.&lt;br /&gt;Nessas manhãs costumeiras, tanto chuvosas quanto ensolaradas, com todos seus matizes, pode-se sentir o cheiro do combustível queimado que se mistura ao leve aroma de peixe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5573722651611123580-5768896700178281667?l=relacaocotidiana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/feeds/5768896700178281667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5573722651611123580&amp;postID=5768896700178281667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/5768896700178281667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/5768896700178281667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/2008/12/o-mundo-passa-por-aqui.html' title='O mundo passa por aqui'/><author><name>Juliano André Vargas Silveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_77loS5kTr7Q/SgS8zyKEPMI/AAAAAAAAAAo/wNUEZdePNBk/S220/msn01.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5573722651611123580.post-627359543639699604</id><published>2007-08-20T20:22:00.000-07:00</published><updated>2008-12-07T15:44:43.720-08:00</updated><title type='text'>Momentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu não agüentava mais. Faltavam poucos minutos, entretanto os segundos transformavam-se em horas diante da minha agonia. Tinha acabado de chegar ao local, aliás um local surpreendentemente muito bem freqüentado.&lt;br /&gt;Meus amigos tinham me ligado há pouco para me desejar boa sorte e me parabenizar pela feliz escolha. Sempre deixei bem claro minha opinião, então minha decisão não pode ser considerada uma surpresa, porém na função de amiga fiquei muito feliz em receber o telefonema. Acho que faria o mesmo se eles estivessem no meu lugar, embora uma escolha dessa seja algo pessoal.&lt;br /&gt;Já tinham se passado quarenta minutos e minha paciência já estava a ponto de acabar; queria me livrar logo daquilo. A pessoa que estava na entrada do estabelecimento se dirigiu em minha direção naquele momento e falou que o indivíduo responsável chegaria apenas depois de uma hora. Informei-a que iria fazer um lanche e dentro de cinqüenta minutos, estaria de volta.&lt;br /&gt;Saí e fui até uma lanchonete a duas quadras dali. Já eram nove e vinte da noite e a rua estava vazia assim como a lanchonete. Cheguei lá encharcada pois chovia muito e eu não tinha levado o guarda-chuva, entretanto, minha fome era maior que o desconforto de pegar chuva em dia frio. Contei meu dinheiro e vi que poderia comprar quase nada. Pedi somente um pastel e fiquei sentada esperando me servirem. Me senti triste em não ter mais nada; em não conseguir suprir as próprias necessidades. Entretanto já tinha muito o que refletir, e ficar me lamentando por não ter dinheiro para fazer uma refeição, não iria mudar minha situação, pelo contrário, só iria me deixar deprimida. E naquela noite eu estava muito feliz e ansiosa pois meu futuro estava em jogo, eu sabia que iria dar tudo certo e que meu cotidiano continuaria sendo promissor por mais tempo.&lt;br /&gt;Terminara de comer meu pequeno pastel, que por sinal não conseguiu “tirar” minha fome, e o celular tocou. Era minha mãe perguntando se já estava tudo bem comigo – como sempre preocupada. Disse que estava voltando ao local marcado em meia hora, pois o responsável ainda não tinha chego. Sua voz estava nervosa e pedia para que eu desse notícias logo que estivesse pronta. Falei que ligaria e que não ficasse preocupada pois estava aliviada; tinha chego o dia. Me despedi e segui andando até o local combinado.&lt;br /&gt;Assim que cheguei, perguntei se o responsável já estava lá, e fui informada que poderia me dirigir até a primeira sala depois do comprido corredor. A casa onde estava era muito bonita por fora e ainda mais bela no seu interior. O corredor que levava a tão esperada sala, era bem decorado e perfumado. No fundo uma música ambiente fazia com que a pessoa ficasse totalmente relaxada, a vontade.&lt;br /&gt;Ao chegar a porta informada, dei duas batidinhas na mesma e escutei alguém falar lá de dentro:&lt;br /&gt;- Entre moça!&lt;br /&gt;Era uma voz de um senhor, com uma certa entonação imperativa. Abri, olhei e me deparei com um homem calvo de uns cinqüenta e cinco anos, com uma ótima aparência, simpático, sorridente. Ele me olhou fixamente e disse.&lt;br /&gt;- Sente-se senhorita, fique a vontade.&lt;br /&gt;Eu me sentia muito realizada e segura também, faltavam poucos minutos. Perguntei a ele qual era seu nome, e ele me respondeu que se chamava Dr. Wolf, e que eu ficasse tranqüila até porque ele já trabalhava há mais de trinta anos como médico. Me perguntou se seria o meu primeiro aborto, e respondi entusiasmada que sim. Me falou que já tinha realizado mais de quatorze mil abortos e que estava em boas mãos. Pediu então que me dirigisse a sala ao lado, onde seria realizado o procedimento.&lt;br /&gt;Nunca estive tão feliz em um consultório médico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5573722651611123580-627359543639699604?l=relacaocotidiana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/feeds/627359543639699604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5573722651611123580&amp;postID=627359543639699604' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/627359543639699604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/627359543639699604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/2007/08/momentos.html' title='Momentos'/><author><name>Juliano André Vargas Silveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_77loS5kTr7Q/SgS8zyKEPMI/AAAAAAAAAAo/wNUEZdePNBk/S220/msn01.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5573722651611123580.post-519457439176970355</id><published>2007-08-17T13:53:00.000-07:00</published><updated>2007-08-17T23:50:37.284-07:00</updated><title type='text'>Limites</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Fortes, resistentes, donos do seu futuro; seres quase indestrutíveis. Essa pseudopersonalidade é encarada por muitos como estilo de vida; faz parte da crença e objetivos na vida dos ingênuos.&lt;br /&gt;Por que nossa fragilidade é tão negada? Talvez medo do desconhecido ou receio de considerar que está exposto às situações mais diversas do cotidiano, as quais nos deixam a deriva na vida. Quando falo a deriva na vida, quero fazer lembrar dos momentos rotineiros que muitas vezes deixam certos indivíduos perplexos diante da descoberta de que somos extremamente frágeis.&lt;br /&gt;Não é a vontade de viver ou o amor por alguém que nos faz ser menos sujeitos às intemperies diárias. É necessário haver uma aceitação de limites, pois na tentativa de querermos provar uma certa &lt;em&gt;indestrutibilidade humana, &lt;/em&gt;é provavel que o sentimento de dor passe a ser nosso companheiro.&lt;br /&gt;Certas pessoas nunca aprenderam a lidar com a perda, e quando na vida adulta se veêm rodeados de situações ameaçadoras e de sentimentos nunca experimentados antes, podem sentir-se só, e questionar-se sobre sua força. Somos muito mais frágeis no âmbito físico do que no psicológico, e podemos - se assim nos for ensinado - ter facilidade de convivermos ou até mesmo alterarmos certos limites e fraquezas.&lt;br /&gt;Aceite que você nasceu para ser feliz, para fazer alguém feliz, para ajudar alguém ou até mesmo muitos, para talvez ter filhos, e aceite também que um dia poderás perder tudo o que conseguistes e que morrerás, assim darás muito mais valor às suas conquistas, irás respeitar mais seus limites físicos e mentais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5573722651611123580-519457439176970355?l=relacaocotidiana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/feeds/519457439176970355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5573722651611123580&amp;postID=519457439176970355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/519457439176970355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/519457439176970355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/2007/08/limites.html' title='Limites'/><author><name>Juliano André Vargas Silveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_77loS5kTr7Q/SgS8zyKEPMI/AAAAAAAAAAo/wNUEZdePNBk/S220/msn01.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5573722651611123580.post-9072264242152450603</id><published>2007-08-14T20:06:00.000-07:00</published><updated>2007-08-18T09:54:51.336-07:00</updated><title type='text'>Iguais, semelhantes ou bem diferentes?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que nos faz melhores? E o que nos faz melhores que outro semelhante? São perguntas parecidas, porém com respostas totalmente distintas. Formas de avaliar ensinamentos e valores humanos que nos fazem pensar nas atitudes da sociedade perante a mesma.&lt;br /&gt;Atitudes solidárias, benéficas, corajosas de algumas nações nos mostram como as pessoas podem contribuir de forma benéfica com a humanidade e consequentemente com sua existência. Entretanto certos indivíduos buscam de forma indevida uma diferença entre os povos, mas não em costumes e sim a nível de dignidade. Um exemplo claro de diferença no tratamento social dos povos, é o continente africano. Lá, em muitos países as condições para a sobrevivência humana são precárias, pois a falta de comida, água se mistura com o excesso de doenças e com a falta de médicos e fármacos. Os índices mais elevados de HIV estão lá, porém pouco se fez e se faz para ajudá-los. As descobertas sobre essa doença, nos ultimos 15 anos foram enormes, entretanto os resultados práticos foram ínfimos para a maioria da miserável população africana. Além disso são acometidos também por diversas parasitoses - nos mais diversos são simples de se resolver - e que lá tornam-se fatais. Será que as descobertas sobre o HIV teriam tanto sucesso se a doença estivesse basicamente na África e entre populações pobres? Duvido. O importante é saber que são pessoas iguais a nós, com sentimentos, vontades, dores e que estão sendo presas do sua própria espécie. Quando penso neles, me vem a seguinte pergunta: O que nos faz melhores que outro semelhante? Mas ninguém se incomoda com os coitados que lá estão, e assim o tempo passa e a cada minuto vários morrem por doenças, fome e sede. Muitos não reclamam, mas não por que gostam da situação, e sim por que não tem mais forças físicas para pedir ajuda. Fico me questionando qual será a diferença humana entre um europeu e um africano. Alguém sabe? Eu não consigo ver a diferença, o que consigo ver é apenas uma grande injustiça social.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5573722651611123580-9072264242152450603?l=relacaocotidiana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/feeds/9072264242152450603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5573722651611123580&amp;postID=9072264242152450603' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/9072264242152450603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/9072264242152450603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/2007/08/o-que-nos-faz-melhores-e-o-que-nos-faz.html' title='Iguais, semelhantes ou bem diferentes?'/><author><name>Juliano André Vargas Silveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_77loS5kTr7Q/SgS8zyKEPMI/AAAAAAAAAAo/wNUEZdePNBk/S220/msn01.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5573722651611123580.post-7625255258273344924</id><published>2007-08-13T22:15:00.000-07:00</published><updated>2007-08-20T08:55:04.843-07:00</updated><title type='text'>Vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A maioria segue regras, conceitos. Me pergunto o que essas pessoas ganham seguindo idéias prontas, sendo apenas mais um indivíduo guiado inconscientemente por mentes alheias, ou melhor, o que essas pessoas deixam de ganhar por serem tão influenciadas?&lt;br /&gt;Deixam de viver, de sentir sensações verdadeiras, vivem no automático sem a chance de aproveitar os prazeres da vida. Se condicionam a certos hábitos vitais de um dia-a-dia traiçoeiro como trabalho, negócios, status, imagem a ser passada... Não considero algo errado alguém se preocupar com os temas relacionados anteriormente, entretanto deixar com que eles influenciem em sua vida e em seu relacionamento social, torna-se comum àqueles que não dão o devido valor a sua existência.&lt;br /&gt;É interessante ver que muitos deixam de ter saúde para obter uma vida mais estável. Importam-se muito com o que os demais falarão, se irão gostar de suas casas, se irão se agradar de seus costumes, de seu carro, e nessa busca constante por uma vida ideal, sacrificam-se aos poucos e quando notam, anos e anos se passaram. Contudo nesse meio tempo pessoas também passaram em suas vidas, amores chegaram e partiram, filhos cresceram, pais se foram, e em muitas das vezes quando se aposentam saem falando orgulhosamente que cumpriram seu dever e que agora vão aproveitar a vida, serem felizes. Porque somente agora?&lt;br /&gt;As pessoas nascem para serem felizes e muitas vezes não percebem. Na busca da felicidade por meio de uma fómula imposta, é normal passar por momentos felizes sem perceber que estes são a própria felicidade almejada.&lt;br /&gt;É necessário não dar tanto valor a opinião alheia, pois a felicidade está no que sentimos e não no que as pessoas pensam a nosso respeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5573722651611123580-7625255258273344924?l=relacaocotidiana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/feeds/7625255258273344924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5573722651611123580&amp;postID=7625255258273344924' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/7625255258273344924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5573722651611123580/posts/default/7625255258273344924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://relacaocotidiana.blogspot.com/2007/08/vida.html' title='Vida'/><author><name>Juliano André Vargas Silveira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_77loS5kTr7Q/SgS8zyKEPMI/AAAAAAAAAAo/wNUEZdePNBk/S220/msn01.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
